A verdade sobre a gripe suína – Gripe Smithfield Foods
Não sei se esta informação que me enviaram por mail sobre a gripe suína está correcta, nem tenho forma de o verificar. Daí não me alongar em comentários; contudo é sempre uma possibilidade para a qual deveríamos ficar de olhos bem abertos.
Agora que não me espantaria nada se fosse verdade, lá isso não. Acrescento que antes de publicar resolvi fazer uma pesquisa sobre o tema e a empresa, e verifiquei que este cavalheiro em baixo sabe do que fala.
A VERDADE SOBRE A GRIPE “SUÍNA”… QUE DEVERIA SER GRIPE “Smithfield Foods”
O nome da gripe é Smithfield Foods
É a doença originada do agronegócio internacional
Eu sempre insisto aqui neste blog Diário Gauche que o nome que se dá a
coisas, objectos, projectos, episódios e até a doenças é muito importante.
Vejam o caso dessa epidemia mundial de gripe viral. Estão chamando-a – de
forma imprópria – de gripe suína. Nada mais ideológico. Nada mais
acobertador da verdade.
O vírus dessa gripe se originou da combinação de múltiplos pedaços de ADN
humanos, aviários e suínos. O resultado é um vírus oportunista que acomete
animais imunodeprimidos, preferencialmente porcos criados comercialmente em
situações inadequadas, não-naturais, intensivas, massivas, fruto de
cruzamentos clonados e que se alimentam de rações de origem transgénica,
vítimas de cargas extraordinárias de antibióticos, drogas do crescimento e
bombas químicas visando a precocidade e o anabolismo animal.
Especulações científicas indicam que o vírus dessa gripe teve origem nas
Granjas Carroll, no Estado mexicano de Vera Cruz. A granja de suínos
pertence ao poderoso grupo norte-americano Smithfield Foods, cuja sede
mundial fica no Estado de Virgínia (EUA).
A Smithfield Foods detém as marcas de alimentos industriais como Butterball,
Farmland, John Morrell, Armour (que já teve frigorífico no RS e na
Argentina), e Patrick Cudahy. Trata-se da maior empresa de clonagem e
criação de suínos do mundo, com filiais em toda a América do Norte, na
Europa e China.
Deste jeito, pode-se ver que não é possível continuar chamando a gripe de
“suína”, pois trata-se de um vírus oportunista que apenas valeu-se de
condições biológicas óptimas – propiciadas pela grande indústria de
fármacos, de engenharia biogenética, dos oligopólios de alimentos e seus
satélites de grãos e sementes. Todos esses setores contribuíram com uma
parcela para criar essa pandemia mundial de gripe viral.
O nome da gripe, portanto, não é “suína”. O nome da gripe é: “gripe do
agronegócio internacional” – que precisa responder judicialmente o quanto
antes – urgentemente – pela sua ganância e irresponsabilidade com a saúde
pública mundial.
Vejam mais sobre este assunto.
http://www.jornada.unam.mx/2009/04/06/index.php?section=estados&article=030n
1est
http://www.narconews.com/Issue57/artigo3512.html
http://www.jornada.unam.mx/2009/04/29/index.php?section=politica&article=004
o1pol
http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_
RESENHA=571780

Muito pouco me espanta neste mundo de gananciosos e é evidente que as campanhas de (des)informação nos mass media não passam de pura manipulação! Servem essencialmente para aterrorizar os cidadãos, de forma a desviar atenções de tudo o que é bem mais importante e que, pela calada, se vai alterando sempre a favor do capital e seus interesses mesquinhos. O que me aflige é que todos os dias morrem milhares de crianças devido à fome, sede e SIDA e ninguém liga.
Também hás uns tempos atrás correram notícias que a empresa farmacêutica Baxter AG “deixou escapar” dos seus laboratórios uma estranha mistura viral que era composta pelas estirpe H5N1 + H3N1, atribuindo a culpa a um funcionário descuidado; entretanto, milhões foram facturados para garantir a vacina da nova variante de gripe. Mais aqui também: http://www.godlikeproductions.com/forum1/message745221/pg4
O novo vírus gripal “mexicano” é composto por elementos genéticos humanos, suínos e aviários de três zonas diferentes do globo: Europa, América do Norte e Ásia.
Pergunta pertinente: como é que os códigos genéticos virais que provêm de três continentes se juntam para formar uma só estirpe que aparece… no México?! Ora, aí está a explicação “Smithfield Foods”!!! O elo que me faltava.
Enfim, o enredo está todo aí as farmacêuticas aumentaram a sua facturação e as cotações em bolsa sobem em flecha em Wall Street, porque os governos lançam campanhas de vacinação obrigatória e as farmacêuticas esfregam as mãos de contentamento.
* http://www.fourwinds10.com/siterun_data/government/judicial_and_courts/news.php?q=1239659152
* http://birdflu666.wordpress.com/
* http://avianinfluenza.org.vn/baxter-sent-bird-flu-virus-to-european-labs-by-error.html
Além do mais, é preciso que se note que as vacinas apenas dão muito dinheiro às indústrias farmacêuticas (accionistas) e nada mais. Ponto final.
Porquê?
Porque tal como podem verificar aqui: (…) “Scientific medicine has taken credit it does not deserve for some advances in health. Most people believe that victory over the infectious diseases of the last century came with the invention of immunisations. In fact, cholera, typhoid, tetanus, diphtheria and whooping cough, etc, were in decline before vaccines for them became available – the result of better methods of sanitation, sewage disposal, and distribution of food and water”.
E mais: «Vaccines are ineffective for the very simple reason that they do nothing to remove the root causes of childhood infection. The following diagrams make this point clear;»
ver aqui: http://www.vaccinationdebate.com/web1.html
e aqui: http://www.vaccinationdebate.com/web4.html
Finalmente, o paradigma “problem-reaction-solution” – a manipulação mental, ou seja: é criado um problema artificialmente que provoca uma reacção (pública), medo, pânico.
Os mesmos que provocam o problema apresentam a sua solução (medidas/políticas). E o público ainda agradece pelas medidas tão prontas e eficazes. Só não sabem é que as medidas/políticas já tinham sido previamente cozinhadas. Faltava apenas o problema para a sua justificação/aceitação.
http://www.youtube.com/watch?v=29C_KNZ7RNs
Em suma, vale tudo neste mundo de gananciosos, para embolsar uns milhões à conta dos parvos do costume.
E para que a “parvoíce-ó-dependência” cresça de forma a não afectar a gula dos chicos-espertos, nada melhor que “regulamentar” a pouca liberdade ainda existente: http://www.netconsumo.com/2009/05/viviane-reding-comissaria-europeia.html
Muito pouco me espanta neste mundo de gananciosos e é evidente que as campanhas de (des)informação nos mass media não passam de pura manipulação! Servem essencialmente para aterrorizar os cidadãos, de forma a desviar atenções de tudo o que é bem mais importante e que, pela calada, se vai alterando sempre a favor do capital e seus interesses mesquinhos. O que me aflige é que todos os dias morrem milhares de crianças devido à fome, sede e SIDA e ninguém liga.
Também há uns tempos atrás correram notícias que a empresa farmacêutica Baxter AG “deixou escapar” dos seus laboratórios uma estranha mistura viral que era composta pelas estirpe H5N1 + H3N1, atribuindo a culpa a um funcionário descuidado; entretanto, milhões foram facturados para garantir a vacina da nova variante de gripe.
Mais aqui também: http://www.godlikeproductions.com/forum1/message745221/pg4
O novo vírus gripal “mexicano” é composto por elementos genéticos humanos, suínos e aviários de três zonas diferentes do globo: Europa, América do Norte e Ásia.
Pergunta pertinente: como é que os códigos genéticos virais que provêm de três continentes se juntam para formar uma só estirpe que aparece… no México?! Ora, aí está a explicação “Smithfield Foods”!!! O elo que faltava.
Enfim, o enredo está todo aí, as farmacêuticas aumentaram a sua facturação e as cotações em bolsa sobem em flecha em Wall Street, porque os governos lançam campanhas de vacinação obrigatória e as farmacêuticas esfregam as mãos de contentamento.
*http://www.fourwinds10.com/siterun_data/government/judicial_and_courts/news.php?q=1239659152
*http://birdflu666.wordpress.com/
*http://avianinfluenza.org.vn/baxter-sent-bird-flu-virus-to-european-labs-by-error.html
Além do mais, é preciso que se note que as vacinas apenas dão muito dinheiro às indústrias farmacêuticas (accionistas) e nada mais. Ponto final.
Porquê?
Porque tal como podem verificar aqui: (…) “Scientific medicine has taken credit it does not deserve for some advances in health. Most people believe that victory over the infectious diseases of the last century came with the invention of immunisations. In fact, cholera, typhoid, tetanus, diphtheria and whooping cough, etc, were in decline before vaccines for them became available – the result of better methods of sanitation, sewage disposal, and distribution of food and water”.
E mais: «Vaccines are ineffective for the very simple reason that they do nothing to remove the root causes of childhood infection. The following diagrams make this point clear;»
ver aqui: http://www.vaccinationdebate.com/web1.html
e aqui: http://www.vaccinationdebate.com/web4.html
Finalmente, o paradigma “problem-reaction-solution” – a manipulação mental, ou seja: é criado um problema artificialmente que provoca uma reacção (pública), medo, pânico.
Os mesmos que provocam o problema apresentam a sua solução (medidas/políticas). E o público ainda agradece pelas medidas tão prontas e eficazes. Só não sabem é que as medidas/políticas já tinham sido previamente cozinhadas. Faltava apenas o problema para a sua justificação/aceitação.
http://www.youtube.com/watch?v=29C_KNZ7RNs
Em suma, vale tudo neste mundo de gananciosos, para embolsar uns milhões à conta dos parvos do costume.
E para que a “parvoíce-ó-dependência” cresça de forma a não afectar a gula dos chicos-espertos, nada melhor que “regulamentar” a pouca liberdade ainda existente: http://www.netconsumo.com/2009/05/viviane-reding-comissaria-europeia.html
P.S. Peço desculpa se dupliquei de novo. Julgo ter um bug qualquer no firefox…
INFLUENZA, NECESSÁRIA REFLEXÃO
Seria surpreendente, caso fosse possível, tratar aqui, nessas poucas linhas, das diretrizes políticas e econômicas adotadas por cada um dos países após o estouro da última crise econômica mundial. Mas, diferentemente do tamanho da crise, o espaço aqui é pouco, e por isso parte desse texto será dedicado a questões diretamente relacionadas à forma com que alguns órgãos e a sociedade estão encarando determinadas questões provenientes do vírus influenza A (H1N1), popularmente conhecido como gripe suína.
Então, vamos lá. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a pandemia de gripe de 2009 – inicialmente designada como gripe suína e em abril de 2009 como gripe A – é um surto global de uma variante de gripe suína cujos primeiros casos ocorreram no México em meados do mês de março de 2009 e começou a se espalhar por vários países. Com isso, tornou-se comum entre os povos chamar a doença de gripe suína, sendo que os especialistas preferem denominá-la de influenza A (H1N1).
Em decorrência disso, aqui no Brasil, nasceu uma grande controvérsia sobre as ações e postura do Ministério da Saúde e da grande maioria dos veículos de comunicação no trato do assunto. Tudo porque, em meados do mês de abril, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, divulgou nota informando que o Brasil havia intensificado o monitoramento nos aeroportos para evitar a entrada de pessoas infectadas pelo vírus da gripe suína, nos vôos procedentes do México e dos Estados Unidos.
Foi a partir dessa nota que a situação se complicou. Haja vista que enquanto parte da imprensa e da população viu na nota uma excessiva precaução, uma outra, também composta por integrantes do chamado quinto poder e por uma outra parte do povo brasileiro, ficou surpreendentemente preocupada com a possibilidade de possíveis consequências mais graves.
Agora, passados três meses do primeiro pronunciamento do Temporão, a polêmica permanece, só que com traços diferentes, pois os números oficiais indicam a existência de centenas de brasileiros contaminados, alguns óbitos e a indicação de que o vírus H1N1 já circula livremente pelas bandas tupiniquins.
A cada dia que passa a polêmica cresce, mas mantém seu contorno inicial. Principalmente porque a grande maioria dos “nossos” jornais, revistas e redes de TV´s continuam apenas divulgando as ações, linha e números apresentados pelo Ministério da Saúde brasileiro, sem nenhuma demonstração de aprovação, repúdio, contestação ou crítica à tal postura. Desta forma, cresce ainda mais as insatisfações dos que condenam a passividade evasiva dos considerados “formadores de opinião”.
Assim sendo – por falta de informações mais concretas e abrangentes, além de orientações práticas e objetivas -, é que o povo brasileiro de uma forma geral, não está conseguindo debater o assunto com a calma e a profundidade que ele aparentemente requer e necessita. Apenas a “sociedade virtual”, composta em sua grande maioria por “blogueiros”, é que desde o início provoca a chama do debate que mantém acesa a luz da necessária reflexão sobre tão importante assunto.
Em decorrência dos inúmeros e diários posicionamentos via internet, mesmo sendo alguns a favor e outros contra, sobre a postura e métodos do governo brasileiro e dos famosos veículos de comunicação, é que a “sociedade virtual” vem conseguindo tirar suas conclusões sobre como o povo deve se relacionar, conviver e se precaver dos possíveis males oriundos do H1N1.
Enquanto isso acontece na virtualidade, os concretos jornais e TV´s continuam apenas divulgando frios números, sem nenhuma possibilidade de uma reflexão mais profunda ou formação de opinião que auxilie a grande massa de brasileiros na escolha da conduta correta frente a pandemia ou epidemia, seja lá a denominação que queiram dar, causada pela gripe suína. Resultado: parte da sociedade brasileira não está nem aí para a questão e outra vem apresentando perplexidade e medo.
Tendo como base todos esses fatos e hábitos, é impossível alguém se furtar das seguintes interrogações: será tudo isso uma questão cultural, excesso de precaução ou falta de responsabilidade?
EDILSON DINIZ – http://www.epmcomunicacao.blogspot.com