Charles Smith “O Bibi do Freeport”
A estória continuada. Um pouco mais daquilo que já sabiamos.
O que me impressiona é o evidente carneirismo que existe: Aqueles que defendem até à exaustão que José Sócrates é inocente, uma mera vítima de um jogo de interesses e pressões do PSD (esquecendo-se que a TVI nas mão da Prisa é um pequeno projecto com a chancela PS/Maçonaria, e que um dos homens fortes de Sócrates foi resgatado da redacção dessa mesma estação de televisão).
Isto lembra-me um pouco, ao nível do desporto, os Portistas que têm a certeza que Pinto da Costa nunca corrompeu árbitros, dos Benfiquistas para quem o passado do seu presidente nada tem de impuro, ou dos Sportinguistas que exaltados afirmam que são espoliados jogo a jogo (a famosa tese da cabala).
Ou seja: o fervor com que defendem as suas causas é tanto, que acabam por perder clarividência. Não percebem o óbvio. Não põem em causa sequer que, no mínimo, seja possível que algo de incorrecto tenha ocorrido.
Este Charles Smith, de quem não tenho pena nenhuma, já tem o destino traçado: é o Bibi do Freeport. A escumalha graúda toda a aproveitar-se, e o pequeno é que leva. E nem consta que se tenha metido com o PS. Tem apenas uma atenuante: se chegar perto de uma condenação, uma chamadinha há-de tocar no seu telemóvel. E ala daqui para fora deste país à beira-mar plantado.
E ainda digo mais: iria tarde. A contar da data de hoje, pelo menos com uns 8 anos de atraso.
P.S.: Para aqueles que acha que a comunicação social é muito dura, alguém se lembra o que foi feito no tempo de Cavaco Silva a PM, por causa de umas célebres obras na casa de banho? Ou a Duarte Lima? Acho que se fosse alguém desse governo na altura, até o pendoravam num poste na Praça do Comércio.
O consultor Charles Smith terá recebido, em Janeiro de 2002, 80 mil euros como prémio de “boa fé” por ter conseguido marcar uma reunião entre o grupo inglês e o então ministro do Ambiente, José Sócrates, noticia o jornal “Expresso” na sua edição “online”.
Estes 80 mil euros (a câmbio da altura) são apenas a primeira das três tranches de 50 mil libras que Charles Smith referiu, no DVD, ter entregue como alegado suborno a um primo do actual primeiro-ministro para que o projecto do Freeport fosse aprovado. Esse pagamento faseado está descrito num contrato datado de 2002.
Para conseguir a reunião, Smith telefonou ao tio de Sócrates, Júlio Monteiro, que diz ter intercedido junto do sobrinho. Na reunião estiveram presentes os representantes do Freeport, o presidente da câmara de Alcochete, o presidente do ICN e José Sócrates – o primeiro-ministro assumiu ter participado no encontro que se realizou antes de ter dado entrada no ICN um novo estudo de impacto ambiental que já incluía alterações ao projecto original.
O contrato dos pagamentos, assinado a 3 de Junho de 2002 mas negociado desde Dezembro do ano anterior (após o chumbo do Ministério do Ambiente), entre o Freeport e a Smith & Pedro, previa que a firma de consultoria recebesse 500 mil libras em 10 fases, que correspondiam aos diversos passos de aprovação do projecto. Eram uma espécie de prémios pelo sucesso de cada passo em que a consultora ajudava o outlet.
Mas foram feitos apenas três pagamentos porque entretanto o consórcio inglês considerou que o processo não estava a ser tão célere quanto o acordado com a Smith & Pedro.
In Publico
Mário Crespo: Os bons e os maus
Confesso que adoro ler os textos de Mário Crespo. Mas será que não há (quase) mais ninguém que consiga ter lucidez para ver as coisas como elas são?
Será que algum dia vamos ter censura? Mesmo num mundo globalizado? Parece difícil, contudo já estivemos mais longe. A perseguição aos jornalistas já começou.
Os bons e os maus
Já há mais jornalistas a contas com a justiça por causa do Freeport do que houve acusados por causa da queda da ponte de Entre-os-Rios. Isto diz muito sobre a escala de valores de quem nos governa.
Chegar aos 35 anos do 25 de Abril com nove jornalistas processados por notícias ou comentários com que o Chefe do Governo não concorda é um péssimo sinal. O Primeiro-ministro chegou ao absurdo de tentar processar um operador de câmara mostrando que, mais do que tudo, o objectivo deste frenesim litigante é intimidar todos os que trabalham na comunicação social independentemente das suas funções, para que não toquem na matéria proibida. Mas pode haver indícios ainda piores. Se os processos contra jornalistas avançarem mais depressa do que as investigações do Freeport, a mensagem será muito clara. O Estado dá o sinal de que a suspeita de haver membros de um governo passíveis de serem corrompidos tem menos importância do que questões de forma referentes a notícias sobre graves indícios de corrupção. Se isso acontecer é a prova de que o Estado, através do governo, foi capturado por uma filosofia ditatorial com métodos de condicionamento da opinião pública mais eficazes do que a censura no Estado Novo porque actua sob um disfarce de respeito pelas liberdades essenciais. Não havendo legislação censória está a tentar estabelecer-se uma clara distinção entre “bons” e “maus” órgãos de informação com advertências de que os “maus” serão punidos com inclemência. O Primeiro-ministro, nas declarações que transmitiu na TV do Estado, fez isso clara e repetidamente. Pródigo em elogios ad hominem a quem não o critica, crucifica quem transmite notícias que lhe são adversas. Estabeleceu, por exemplo, a diferença entre “bons jornalistas”, os que ignoram o Freeport, e os “maus jornalistas” ou mesmo apenas só “os maus”, os que o têm noticiado. Porque esses “maus” não são sequer jornalistas disse, quando num exercício de absurdo negou ter processado jornalistas e estar a litigar apenas contra os obreiros dos produtos informativos “travestidos” que o estavam a difamar. E foi num crescendo ameaçador que, na TV do Estado, o Chefe do Governo admoestou urbi et orbi que, por mais gritantes que sejam as dúvidas que persistem, colocar-lhe questões sobre o Freeport é “insultuoso”, rematando com um ameaçador “Não é assim que me vencem”. Portanto, não estamos face a um processo de apuramento de verdade. Estamos face a um combate entre noticiadores e noticiado, com o noticiado arvorando as armas e o poder que julga ter, a vaticinar uma derrota humilhante e sofrida aos noticiadores. Há um elemento que equivale a uma admissão de culpa do Primeiro-Ministro nas tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública: a saída extemporânea de Fernanda Câncio de um painel fixo de debate na TVI sobre a actualidade nacional onde o Freeport tem sido discutido com saudável desassombro, apregoa a intolerância ao contraditório.
Assim, com uma intensa e pouco frequente combinação de arrogância, inabilidade e impreparação, com uma chuva de processos, o Primeiro Ministro do décimo sétimo governo constitucional fica indelevelmente colado à imagem da censura em Portugal, 35 anos depois de ela ter sido abolida no 25 de Abril.
Opinião: João Miguel Tavares
O artigo do DN que levou João Miguel Tavares a ser processado pelo Primeiro-Ministro José Sócrates.
Ver José Sócrates apelar à moral na política é tão convincente quanto a defesa da monogamia por parte de Cicciolina. A intervenção do secretário-geral do PS na abertura do congresso do passado fim-de-semana, onde se auto-investiu de grande paladino da “decência na nossa vida democrática”, ultrapassa todos os limites da cara de pau. A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral.
José Sócrates, no entanto, preferiu a fuga para a frente, lançando-se numa diatribe contra directores de jornais e televisões, com o argumento de que “quem escolhe é o povo porque em democracia o povo é quem mais ordena”. Detenhamo- -nos um pouco na maravilha deste raciocínio: reparem como nele os planos do exercício do poder e do escrutínio desse exercício são intencionalmente confundidos pelo primeiro-ministro, como se a eleição de um governante servisse para aferir inocências e o voto fornecesse uma inabalável imunidade contra todas as suspeitas. É a tese Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro – se o povo vota em mim, que autoridade tem a justiça e a comunicação social para andarem para aí a apontar o dedo? Sócrates escolheu bem os seus amigos.
Partindo invariavelmente da premissa de que todas as notícias negativas que são escritas sobre a sua excelentíssima pessoa não passam de uma campanha negra – feitas as contas, já vamos em cinco: licenciatura, projectos, Freeport, apartamento e Cova da Beira -, José Sócrates foi mais longe: “Não podemos consentir que a democracia se torne o terreno propício para as campanhas negras.” Reparem bem: não podemos “consentir”. O que pretende então ele fazer para corrigir esse terrível defeito da nossa democracia? Pôr a justiça sob a sua nobre protecção? Acomodar o procurador-geral da República nos aposentos de São Bento? Devolver Pedro Silva Pereira à redacção da TVI?
À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser “terreno propício para as campanhas negras”; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático. Como político e como primeiro-ministro, não faltarão qualidades a José Sócrates. Como democrata, percebe-se agora porque gosta tanto de Hugo Chávez.
Caso Freeport – Câmara Oculta
Para quem ainda não viu, ou para quem deseja rever o vídeo onde Charles Smith afirma com todas as letras que o Primeiro-Ministro de Portugal é Corrupto.
Opinião: Mário Crespo
Confesso que este artigo de opinião foi do melhor que alguma vez lí. Absolutamente realista, perspicaz e interessante.
Está bem… façamos de conta
Ontem
Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguídos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das “melhores posições no Mundo” para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu.
Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o “Magalhães” é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo.
Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que “quem se mete com o PS leva”. Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de “malhar na Direita” (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport.
Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por “onde é que eu ia começar” a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a “falta de liberdade”. E Manuel Alegre também.
Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso.
Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
Governo Sombra – Carta Rogatória Caso Freeport
Serviço Publico – Carta Rogatória do Caso Freeport – Recomendado sobretudo para aqueles que ainda pensam que a TVI (com os seus defeitos), pertence ao eixo do mal e são uns bandidos por lançarem atuardas contra o nosso PM.
José Maria Martins “Carta aberta ao PGR”
Podem dizer que o homem é doido, tem a mania da perseguição, etc.
Não sei.
Sei apenas que o que ele aqui escreveu faz (infelizmente) sentido. Leiam, e façam este pequeno exercício: Se o que ele escreve é verdade, teremos alguma hipótese, de durante a nossa vida, vivermos numa verdadeira Democracia com plena justiça?

TERÇA-FEIRA, FEVEREIRO 10, 2009
Carta aberta ao Procurador Geral da República
Exmº Conselheiro PGR
Quero dizer-lhe que não gosto do seu desempenho enquanto Procurador-Geral da República.
O senhor é uma pessoa da confiança do Partido Socialista, e segundo julgo saber ,um homem da Maçonaria, do GOL.
A sua conduta no processo “Freeport” deixa-me muitas reservas.
Comunicados sucessivos, onde se nota uma tendência socialista. O que não é normal em qualquer Estado da União Europeia.
Como sabe, eu represento o Povo – aqueles indivíduos que vos dão de comer, que vos fazem as casas, os computadores, que vos pagam o salário – no Processo Freeport.
Com o devido respeito, penso que V. Exª se se demitisse tiraria de cima de muitos portugueses preocupações.
Gostaria que o PGR fosse estrangeiro.
Admito frontalmente que não tenho confiança em V. Exª.
Perdoar-me-á, mas creio que só se Portugal tiver pessoas fora do sistema de partidos portugueses poderá evoluir.
Repare V. Exª que a Directora do DCIAP não me indicou o nº do inquérito do Freeport, senão 20 dias depois de eu o ter pedido!!!
Em contraste com todos os países estrangeiros onde advogo, que logo que ligo de Portugal, usando o meu inglês rudimentar , o francês escolar, o italiano fraco ou o espanhol aportuguesado, para não falar do árabe , logo me informam via telefone de tudo, se prestam a receber-me, me mandam mensagens, me respeitam!!!
Portugal está na lama! O PS controla tudo!
A PGA Drª Candida Almeida indicou-me ontem o número do processo, depois de eu o ter pedido em 20 de Janeiro de 2009!!!
Indicou-me quando sabia que eu já não precisava , pois tinha entregue requerimentos para a constituição de assistente do meu cliente no caso ”Freeport” e feito requerimentos a pedir a constituição de equipas
mistas, luso-britânicas , para a investigação.
Nem no Burkina Faso isto era aceitável!!!
Num processo em que qualquer pessoa se pode constituir assistente, seja o índio da Amazónia, seja o aborígene da Austrália, o esquimó do Alasca, ou o agricultor da mais recôndita província chinesa!
Portugal vive na Idade Média, agarrado a esquemas mentais que o têm afundado e desmerecido na comunidade internacional.
É uma vergonha o que se tem passado em muitos processos que envolvem pessoas com poder político.
O processo contra o professor de José Sócrates esteve anos e anos a fio sem ter conclusão.
O que fez V. Exª para que esta situação se alterasse?
O Bastonário da Ordem dos Advogados anda a falar e a ofender tudo e todos e o que fez a PGR? Nada!
Por acaso V. Exª já mandou abrir um inquérito tendente a apurar os crimes cometidos pela Ordem dos Advogados no caso Casa Pia?
Advogados nomeados pela Ordem dos Advogados para as vítimas e para a Casa Pia?!
Vivemos no Estado Novo , Sr. PGR?
Porque é que o Mº Pº impediu a prisão de Carlos Cruz e outros, quando foram mandados prender?
Alguma vez tinha antes agido assim na Boa Hora?
Diga-me, esclareça-me o número do processo, senhor Procurador–Geral da República!
Porque razão a PGR indicou o Dr Aibéo para ser o Procurador no caso Casa Pia? Esclareça os portugueses!
Quando ele não era o Procurador da Vara?
O que fez a PGR quando o processo casa Pia se arrasta há mais de 4 anos? Com apenas 7 arguidos!?
A PGR já pensou em investigar os crimes denunciados pelo Bastonário da Ordem dos Advogados e imputados a membros dos conselhos distritais?
Gostaria, Sr. PGR, enquanto advogado, enquanto cidadão português, que V. Exª esclarecesse os portugueses porque motivo não manda investigar as condutas de membros da Ordem dos Advogados, que manobraram, manipularam o caso Casa Pia!
A PGR tem medo do poder desses advogados e escritórios do regime socialista/socialdemocrata? E gostaria que V. Exª esclarecesse os portugueses se está a ser pressionado pelo Poder Político no caso Freeport!
Porque , como V. Exª sabe, Portugal está na lama a nível internacional, o Poder Político, via Maçonaria e PS , domina o Poder Judicial.
Por exemplo , seria bom ver o PGR a mandar abrir processo crime contra Marinho Pinto, depois de inúmeras noticias sobre o caso Joana!
O PGR não pode ter medo do PS , nem pode ter medo da maçonaria.
Actue , Sr. PGR, porque o Bastonário da Ordem dos Advogados está a ofender tudo e todos e a PGR ou tem medo do Bastonário e do PS ou então está desatenta.
Quem , como o Bastonário, que recebeu 36,00 € por uma consulta ao assistente do processo Freeport, e não teve coragem de o defender em Cantanhede, não pode estar a ofender magistrados e colegas impunemente.
Tenha coragem Sr. Procurador-Geral da República, mesmo que tenha sido nomeado pelo PS, porque a honra e a vergonha, a verdade e a justiça não estão sujeitas a transigências.
O Mundo está de olhos em nós!
Cumprimentos,
O cidadão português. (com honra e vergonha)
José Maria Martins
Advogado




