Gritaria Insuportável

Gritemos até que a voz nos doa !

A campanha negra virá agora do PS?

Não o poria melhor.

Não é a oposição. Não são os “radicais” da blogosfera. Não é a campanha “negra” da comunicação social. Não é um lunático qualquer. É do próprio Partido Socialista que se levantam vozes de indignação para a vergonha que é a política nacional nesta era José Sócrates.

Esperemos que dê em alguma coisa. A bola está nas mãos de Cavaco Silva.

corrupcao
x-dirigente socialista indignado com nova lei do financiamento dos partidos

Henrique Neto: PS da era Sócrates favorece a corrupção 

Maio 7, 2009 Publicado por gritariainsuportavel | Governo Sombra | , , , , , | Sem comentários ainda

O Pitbull do PS – Augusto Santos Silva

Gira esta das mordaças…

É preciso uma total falta de vergonha na cara para vir para a imprensa dizer uma coisa destas. Quem é que já processou meio mundo por suspeitas BEM fundadas sobre o alegado corrupto que é José Sócrates?

Absolutamente despropositado. Faça ao país um favor: dê um bom uso ao dinheiro dos contribuintes e vá trabalhar. Não é com devaneios e palermices que se combate a crise. E já agora, compre 2 exemplares dessas mordaças e coloque uma em si e outra no Sr. Ministro Manuel Pinho. Evitava-se a contaminação do ar por CO2….

mordaca


Santos Silva acusa Ferreira Leite de querer “colocar mordaça aos seus adversários” 

In Público

Maio 7, 2009 Publicado por gritariainsuportavel | Governo Sombra | , , , , | 1 Comentário

Recado para o nosso presidente

carta-ao-presidente

Depois de obter uma resposta inesperada a um dos meus artigos, será possível obter 2 em 2?

Exmo. Sr. Presidente da República,

1. Os tempos até podem ser difíceis, é um facto. Contudo, ao requerer a união de todos os partidos, demonstra que o actual governo (com maioria absoluta) é incapaz de encontrar soluções, o que está à vista de todos;

2. Se porventura se refere às futuras eleições, crê mesmo que algum partido se quererá coligar com o PS, que tem no seu expoente a figura caricata e autoritária, quiçá desonesta, do Engº José Sócrates? Será a sede de poder de qualquer partido tão avassaladora que se disponha a isso?

3. Relativmante às promessas eleitorais, fala a voz da experiência? Ou as vivências de um passado recente (como os famosos 150.000 empregos, que já devem ir a caminho dos 150.000…. negativos)?

4. Espero que tenha o bom senso na questão da lei do financiamento dos partidos… porque até o tenho por uma pessoa séria… apesar do terrível defeito de dar guarda a meia dúzia de abutres do mais pestilento que existe. Pedir que se livrasse deles é pedir demais, não?

Com o meu respeito e melhores cumprimentos,

http://gritariainsuportável.wordpress.com


Cavaco Silva volta a defender unidade entre forças partidárias para encontrar soluções para o país 

In Publico

Maio 6, 2009 Publicado por gritariainsuportavel | Governo Sombra | , , , , | Sem comentários ainda

Mário Crespo: Os bons e os maus

Confesso que adoro ler os textos de Mário Crespo. Mas será que não há (quase) mais ninguém que consiga ter lucidez para ver as coisas como elas são?

Será que algum dia vamos ter censura? Mesmo num mundo globalizado? Parece difícil, contudo já estivemos mais longe. A perseguição aos jornalistas já começou.

mario-crespo1

Os bons e os maus

Já há mais jornalistas a contas com a justiça por causa do Freeport do que houve acusados por causa da queda da ponte de Entre-os-Rios. Isto diz muito sobre a escala de valores de quem nos governa.

Chegar aos 35 anos do 25 de Abril com nove jornalistas processados por notícias ou comentários com que o Chefe do Governo não concorda é um péssimo sinal. O Primeiro-ministro chegou ao absurdo de tentar processar um operador de câmara mostrando que, mais do que tudo, o objectivo deste frenesim litigante é intimidar todos os que trabalham na comunicação social independentemente das suas funções, para que não toquem na matéria proibida. Mas pode haver indícios ainda piores. Se os processos contra jornalistas avançarem mais depressa do que as investigações do Freeport, a mensagem será muito clara. O Estado dá o sinal de que a suspeita de haver membros de um governo passíveis de serem corrompidos tem menos importância do que questões de forma referentes a notícias sobre graves indícios de corrupção. Se isso acontecer é a prova de que o Estado, através do governo, foi capturado por uma filosofia ditatorial com métodos de condicionamento da opinião pública mais eficazes do que a censura no Estado Novo porque actua sob um disfarce de respeito pelas liberdades essenciais. Não havendo legislação censória está a tentar estabelecer-se uma clara distinção entre “bons” e “maus” órgãos de informação com advertências de que os “maus” serão punidos com inclemência. O Primeiro-ministro, nas declarações que transmitiu na TV do Estado, fez isso clara e repetidamente. Pródigo em elogios ad hominem a quem não o critica, crucifica quem transmite notícias que lhe são adversas. Estabeleceu, por exemplo, a diferença entre “bons jornalistas”, os que ignoram o Freeport, e os “maus jornalistas” ou mesmo apenas só “os maus”, os que o têm noticiado. Porque esses “maus” não são sequer jornalistas disse, quando num exercício de absurdo negou ter processado jornalistas e estar a litigar apenas contra os obreiros dos produtos informativos “travestidos” que o estavam a difamar. E foi num crescendo ameaçador que, na TV do Estado, o Chefe do Governo admoestou urbi et orbi que, por mais gritantes que sejam as dúvidas que persistem, colocar-lhe questões sobre o Freeport é “insultuoso”, rematando com um ameaçador “Não é assim que me vencem”. Portanto, não estamos face a um processo de apuramento de verdade. Estamos face a um combate entre noticiadores e noticiado, com o noticiado arvorando as armas e o poder que julga ter, a vaticinar uma derrota humilhante e sofrida aos noticiadores. Há um elemento que equivale a uma admissão de culpa do Primeiro-Ministro nas tentativas manipulatórias e de condicionamento brutal da opinião pública: a saída extemporânea de Fernanda Câncio de um painel fixo de debate na TVI sobre a actualidade nacional onde o Freeport tem sido discutido com saudável desassombro, apregoa a intolerância ao contraditório.

Assim, com uma intensa e pouco frequente combinação de arrogância, inabilidade e impreparação, com uma chuva de processos, o Primeiro Ministro do décimo sétimo governo constitucional fica indelevelmente colado à imagem da censura em Portugal, 35 anos depois de ela ter sido abolida no 25 de Abril.

Abril 30, 2009 Publicado por gritariainsuportavel | Artigos de Opinião, Mário Crespo | , , , , , | 4 Comentários

Caso Freeport – Câmara Oculta

Para quem ainda não viu, ou para quem deseja rever o vídeo onde Charles Smith afirma com todas as letras que o Primeiro-Ministro de Portugal é Corrupto.

Abril 29, 2009 Publicado por gritariainsuportavel | Governo Sombra | , , , , , , , | Sem comentários ainda

Opinião: Mário Crespo

Confesso que este artigo de opinião foi do melhor que alguma vez lí. Absolutamente realista, perspicaz e interessante.

mario-crespo3

Está bem… façamos de conta

Ontem

Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguídos e tudo.
Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das “melhores posições no Mundo” para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu.
Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o “Magalhães” é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo.
Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que “quem se mete com o PS leva”. Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de “malhar na Direita” (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport.
Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por “onde é que eu ia começar” a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a “falta de liberdade”. E Manuel Alegre também.
Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso.
Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.

Abril 28, 2009 Publicado por gritariainsuportavel | Mário Crespo | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Sem comentários ainda

Governo Sombra – Carta Rogatória Caso Freeport

Serviço Publico – Carta Rogatória do Caso Freeport – Recomendado sobretudo para aqueles que ainda pensam que a TVI (com os seus defeitos), pertence ao eixo do mal e são uns bandidos por lançarem atuardas contra o nosso PM.

freeport

Carta Rogatória Caso Freeport (Download)

Abril 28, 2009 Publicado por gritariainsuportavel | Governo Sombra | , , , , | Sem comentários ainda

Humor: Sacanice de Sócrates

Um pequeno momento de humor

bi-jose-socrates

A secretária de Sócrates estava apaixonada por ele, mas este nem percebia…
Um dia depois do expediente, entrou na sala dele com um vestido  provocante,  bastante decotado, fechou a porta atrás de si, caminhou languidamente até à mesa, com ares de Mónica Lewinski e propôs-lhe:

-Sr. Primeiro Ministro, vamos fazer uma sacanice?

- Vamos! Onde é que eu assino?

Abril 28, 2009 Publicado por gritariainsuportavel | Humor | , , | Sem comentários ainda

Miguel Sousa Tavares “Da Opus Dei à Maçonaria”

Mais uma. Tem um ano, mas é sintomático sobre a luta de poderes que está instalada no Poder (e quando digo Poder não me refiro ao Estado – esse é cada vez mais um meio para atingir certos fins).

Da Opus Dei à maçonaria: a incrível história do BCP
Miguel Sousa Tavares1

Por Miguel Sousa Tavares

http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/203290

Em países onde o capitalismo, as leis da concorrência e a seriedade do negócio bancário são levados a sério, a inacreditável história do BCP já
teria levado a prisões e a um escândalo público de todo o tamanho. Em Portugal, como tudo vai acabar sem responsáveis e sem responsabilidades, convém recordar os principais momentos deste “case study”, para que ao menos
a falta de vergonha não passe impune.

1 Até ao 25 de Abril, o negócio bancário em Portugal obedecia a regras simples: cada grande família, intimamente ligada ao regime, tinha o seu
banco. Os bancos tinham um só dono ou uma só família como dono e sustentavam os demais negócios do respectivo grupo. Com o 25 de Abril e a nacionalização sumária de toda a banca, entrámos num período ‘revolucionário’ em que “a banca ao serviço do povo” se traduzia, aos olhos do povo, por uns camaradas mal vestidos e mal encarados que nos atendiam aos balcões como se nos estivessem a fazer um grande favor. Jardim Gonçalves veio revolucionar isso, com a criação do BCP e, mais tarde, da Nova Rede, onde as pessoas passaram a ser tratadas como clientes e recebidas por profissionais do ofício. Mas, mais: ele conseguiu criar um banco através de um MBO informal que, na prática, assentava na ideia de valorizar a competência sobre o capital. O BCP reuniu uma série de accionistas fundadores, mas quem de facto mandava eram os dministradores – que não tinham capital, mas tinham “know-how”.
Todos os fundadores aceitaram o contrato proposto pelo “engenheiro” – à excepção de Américo Amorim, que tratou de sair, com grandes lucros, assim que achou que os gestores não respeitavam o estatuto a que se achava com direito (e dinheiro).

2 Com essa imagem, aliás merecida, de profissionalismo e competência, o BCP foi crescendo, crescendo, até se tornar o maior banco privado português, apenas atrás do único banco público, a Caixa Geral de Depósitos. E, de cada vez que crescia, era necessário um aumento de capital. E, em cada aumento de capital, era necessário evitar que algum accionista individual ganhasse tanta dimensão que pudesse passar a interferir na gestão do banco. Para tal, o BCP começou a fazer coisas pouco recomendáveis: aos pequenos depositantes, que lhe tinham confiado as suas poupanças para gestão, o BCP tratava de lhes comprar, sem os consultar, acções do próprio banco nos aumentos de capital, deixando-os depois desamparados perante as perdas em bolsa; aos grandes depositantes e amigos dos gestores, abria-lhes créditos de milhões em “off-shores” para comprarem acções do banco, cobrindo-lhes, em caso de necessidade, os prejuízos do investimento. Desta forma exemplar, o banco financiou o seu crescimento com o pêlo do próprio cão – aliás, com o dinheiro dos depositantes – e subtraiu ao Estado uma fortuna em lucros não declarados para impostos. Ano após ano, também o próprio BCP declarava lucros astronómicos, pelos quais pagava menos de impostos do que os porteiros do banco pagavam de IRS em percentagem. E, enquanto isso, aqueles que lhe tinham confiado as suas pequenas ou médias poupanças viam-nas
sistematicamente estagnadas ou até diminuídas e, de seis em seis meses, recebiam uma carta-circular do engenheiro a explicar que os mercados estavam muito mal.

3 Depois, e seguindo a velha profecia marxista, o BCP quis crescer ainda mais e engolir o BPI. Não conseguiu, mas, no processo, o engenheiro trucidou o sucessor que ele próprio havia escolhido, mostrando que a tímida “renovação” anunciada não passava de uma farsa. E descobriu-se ainda uma outra coisa extraordinária e que se diria impossível: que o BCP e o BPI tinham participações cruzadas, ao ponto de hoje o BPI deter 8% do capital do BCP e, como maior accionista individual, ter-se tornado determinante no processo de escolha da nova administração… do concorrente! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, o presidente do BPI dá uma conferência de imprensa a explicar quem deve integrar a nova administração do banco que o quis opar e com o qual é suposto concorrer no mercado, todos os dias…

4 Instalada entretanto a guerra interna, entra em cena o notável comendador Berardo – o homem que mais riqueza acumula e menos produz no país – protegido de Sócrates, que lhe deu um museu do Estado para ele armazenar a sua colecção de arte privada. Mas, verdade se diga, as brasas espalhadas por Berardo tiveram o mérito de revelar segredos ocultos e inconfessáveis daquela casa. E assim ficámos a saber que o filho do engenheiro fora financiado em milhões para um negócio de vão de escada, e perdoado em milhões quando o negócio inevitavelmente foi por água abaixo. E que havia também amigos do engenheiro e da administração, gente que se prestara ao esquema das “off-shores”, que igualmente viam os seus créditos malparados serem perdoados e esquecidos por acto de favor pessoal.

5 E foi quando, lá do fundo do sono dos justos onde dormia tranquilo, acorda inesperadamente o governador do Banco de Portugal e resolve dizer que já bastava: aquela gente não podia continuar a dirigir o banco, sob pena de acontecer alguma coisa de mais grave – como, por exemplo, a própria falência, a prazo.

6 Reúnem-se, então, as seguintes personalidades de eleição: o comendador Berardo, o presidente de uma empresa pública com participação no BCP e ele próprio ex-ministro de um governo PSD e da confiança pessoal de Sócrates, mais, ao que consta, alguém em representação do doutor “honoris causa” Stanley Ho – a quem tantos socialistas tanto devem e vice-versa. E, entre todos, congeminam um “take over” sobre a administração do BCP, com o “agréement” do dr. Fernando Ulrich, do BPI. E olhando para o panorama perturbante a que se tinha chegado, a juntar ao súbito despertar do dr. Vítor Constâncio, acharam todos avisado entregar o BCP ao PS. Para que não restassem dúvidas das suas boas intenções, até concordaram em que a vice-presidência fosse entregue ao sr. Armando Vara (que também usa ‘dr.’) – esse expoente político e bancário que o país inteiro conhece e respeita.

7 E eis como um banco, que era tão independente que fazia tremer os governos, desagua nos braços cândidos de um partido político – e logo o do
Governo. E eis como um banco, que era tão cristão, tão “opus dei”, tão boas famílias, acaba na esfera dessa curiosa seita do avental, a que chamam maçonaria.

8 E, revelada a trama em todo o seu esplendor, que faz o líder da oposição? Pede em troca, para o seu partido, a Caixa Geral de Depósitos, o banco público. Pede e vai receber, porque há ‘matérias de regime’ que mesmo um governo com maioria absoluta no parlamento não se atreve a pôr em causa. Um governo inteligente, em Portugal, sabe que nunca pode abocanhar o bolo todo. Sob pena de os escândalos começarem a rolar na praça pública, não pode haver durante muito tempo um pequeno exército de desempregados da Grande Família do Bloco Central.

Se alguém me tivesse contado esta história, eu não teria acreditado. Mas vemos, ouvimos e lemos. E foi tal e qual.

Abril 24, 2009 Publicado por gritariainsuportavel | Miguel Sousa Tavares | , , , , , , , , , , | 2 Comentários